Preservação ambiental, direção segura no trânsito, uso abusivo de telas, consumo de drogas ilícitas, violência qualquer que seja a espécie e respeito às mulheres.
Há algo em comum entre esses temas: a educação, como solução definitiva para esses problemas – afinal de contas, prevenir é muito melhor do que remediar.
Mas há outros problemas que também estão sem remédio: o triste salário do professor, o cacareco da estrutura física de certas escolas e a própria violência sistêmica que parece dominar o ambiente de ensino – onde todos sofrem e se agridem, física e moralmente.
Sim, programas de educação são de responsabilidade do Estado, em geral – e não de professores, em particular.
Contudo, entre expectativas e possibilidades, parece haver um grande desequilíbrio – principalmente, em uma sociedade que tanto precisa aprender a ser equilibrada.
Thaís Cassapian