Parece não haver mais dúvidas: entre as diversas situações de vulnerabilidade social, o lugar das mães solo parece mesmo ser o último.
Somos mais de 12 milhões, mas, em termos de renda, estamos atrás de todo e qualquer recorte social¹. Nada mais esperável: como não há ajuda para a imprevisível tarefa de cuidar das crianças, somos arrastadas para as piores informalidades do mercado do trabalho – as quais, quanto mais informais, menos pagam.
Os especialistas apontam que só há uma saída: escola em tempo integral, no mínimo até o encerramento do fundamental.
Apoio, cuidados com os filhos, educação de qualidade: para sair do último, é isso que nosso Coletivo tem colocado em primeiro lugar.
Thaís Cassapian