Mães Apoiadas

Simone Angela da Silva é mãe atípica e uma das mulheres assistidas pelo Coletivo de Apoio à Maternidade Solo.

Em depoimento ao programa Participação Popular, da TV Câmara dos Deputados, ela abriu o coração sobre os desafios de criar duas filhas sozinha, uma delas autista. O Coletivo chegou em um momento de vulnerabilidade extrema para Simone. Hoje, ela é apoiada pela frente de segurança alimentar, participa de rodas de conversa e encontra acolhimento onde antes só havia portas fechadas. Histórias como a dela mostram por que o trabalho do Coletivo é urgente e essencial.

Paloma Xavier Azevedo Araújo, moradora do Jardim Paraná, cuida sozinha de sete crianças (4 filhos e 3 sobrinhos).

Na pandemia, com as escolas fechadas, os custos com alimentação, roupas e cuidados básicos aumentaram e os “bicos” que Paloma fazia tornaram o período ainda mais desafiador. O auxílio do Coletivo reduziu parte dessa pressão, garantindo itens essenciais como leite, fraldas e alimentos. Essa rede de apoio foi fundamental para que a família não enfrentasse necessidades graves desde então.

Alessandra de Jesus Nascimento, de Itapevi, é mãe de duas crianças e chegou ao Coletivo num momento de abandono emocional e insegurança.

A chegada do segundo bebê, em meio ao cenário crítico da pandemia, agravou as dificuldades financeiras. O apoio do Coletivo garantiu alimentação e segurança para ela e os filhos.
O acolhimento recebido ajudou a reconstruir sua sensação de amparo. Alessandra associa o trabalho do projeto diretamente à sobrevivência da família.

Mayara Cristina Rodrigues, moradora da Casa Verde, perdeu o emprego e o sustento, mas encontrou apoio no Coletivo.

Ela cuidava da família com o trabalho como diarista e mantinha o aluguel em dia antes da pandemia. Com a perda do emprego e da casa, passou a viver de favor enquanto busca novas oportunidades, sem sucesso. A insegurança alimentar tornou-se sua maior preocupação. O Coletivo evitou que faltasse comida para seus filhos, e a primeira cesta trouxe um momento marcante: o filho feliz por comer uma banana que há dias pedia. Mayara descreve o projeto como fonte de esperança e acolhimento.